Danila Bernardes
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Estação Musical
Programa de rádio feito pelos alunos de radiojornalismo da PUC Goiás. Entrevista com a cantora Maria Eugenia. Gostaram?
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Apresentando Jornal da Renovação
Estou apresentando esse programa no meu estágio. O que vocês acharam?
terça-feira, 29 de março de 2011
Meu dia de repórter...
Reportagem sobre a falta de mão-de-obra qualificada para trabalhar na construção civil
Conselhos
“Se conselhos fossem bons, seriam vendidos”. Você já deve ter ouvido essa frase antes. Pois estou aqui para negociar alguns. Não que seja a pessoa mais qualificada para falar disso, mas minhas experiências errantes me permitem arriscar algumas simples dicas e se puderem me vender algumas, ou quem sempre trocar, seria interessante.
1. Nunca perca seu tempo tentando entender os “porquês” da vida, ela passará tão rápido que eles só te fazem falta em momentos nostálgicos.
2. Não deixe de tomar um sorvete em uma tarde de calor por medo de engordar, de nada adianta ser magra e infeliz, assim como não é bom ser gorda sonhando em entrar na calça 38. Eleja sua prioridade.
3. Lute com todas suas forças para cuidar e defender as pessoas que fariam o mesmo por você.
4. Demonstre sempre seus sentimos com relação às pessoas queridas. Eles podem partir antes do esperado e você sempre ficará lembrando do último abraço ou do último olhar.
5. Nunca diga nunca, não sabemos do futuro. Arrepender não é vergonhoso. Fazer algo que sabe ser errado é estupidez.
6. Não se culpe pelos problemas do mundo, mas faça sua parte para amenizá-los, mesmo que para você ela essa insignificante.
7. Esqueça os momentos ruins, mas não deixe de tirar uma lição deles. Em momentos difíceis que extraímos coisas que não esqueceremos.
8. Acredite em seu potencial, mas não seja soberbo. Humildade é uma característica bonita, porém não seja humilde em excesso, pois poderá ser interpretado como bobo.
9. Tire um tempo para pensar. Muitas vezes não paramos para organizar as ideias, isso é importante para produtividade. Mas que isso não seja motivo para viver pensando e não agir.
10. Não perca seu tempo com contatos virtuais quando eles podem se tornar reais.
11. Não desista de seus sonhos, mas faça o possível para realizá-los, se não estiver disposto a fazer isso pode esquecer.
No mais, isso não é regra geral, não existe uma formula para a felicidade, até porque ela é subjetiva. O importante é tentar buscá-la, sem passar por cima de ninguém.
segunda-feira, 28 de março de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
O estudante frente o mercado de trabalho
Danila Bernardes e Leandro Amaral
O que o jovem universitário mais pensa durante sua vida acadêmica é o que fazer depois de formado. O mercado de trabalho é tema recorrente na vida da maioria dos estudantes, se tornar um bom profissional e conseguir um ótimo emprego é o que eles mais buscam.
A jovem Maria Augusta do Planalto, 17, acabou de ingressar na faculdade de Jornalismo e já está preocupada com as oportunidades que o mercado pode lhe oferecer. “Tenho medo de não conseguir um bom emprego depois que concluir meu curso”, revela a estudante. Assim como ela, a maior parte dos universitários espera uma chance de ingressar no mundo profissional.
O campus V da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) possui, além do curso de Jornalismo, o de Direito e Publicidade e Propaganda, e o receio com a vida pós-acadêmica é comum a todos. Jéssica Brandão, da Publicidade e Propaganda, reclama que os estudantes saem da universidade com pouca experiência prática, e isso reduz suas chances de conseguir um espaço ao concorrer com pessoas que já estão atuando na área. “Quando terminar a faculdade terei que competir com publicitários experientes, enquanto minha bagagem é apenas teórica”, reclama.
Já o aluno de jornalismo, João Paulo Moynier, está em uma situação diferente da maioria, o problema que ele enfrenta é o de conciliar os estudos com a rotina de cinegrafista. Com anos de experiência prática ele ingressou na faculdade para aprimorar seus conhecimentos teóricos e ser mais valorizado em sua profissão. “Acredito que tudo é mais fácil para mim, que já atuo na área”, comenta.
O que o jovem universitário mais pensa durante sua vida acadêmica é o que fazer depois de formado. O mercado de trabalho é tema recorrente na vida da maioria dos estudantes, se tornar um bom profissional e conseguir um ótimo emprego é o que eles mais buscam.
A jovem Maria Augusta do Planalto, 17, acabou de ingressar na faculdade de Jornalismo e já está preocupada com as oportunidades que o mercado pode lhe oferecer. “Tenho medo de não conseguir um bom emprego depois que concluir meu curso”, revela a estudante. Assim como ela, a maior parte dos universitários espera uma chance de ingressar no mundo profissional.
O campus V da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) possui, além do curso de Jornalismo, o de Direito e Publicidade e Propaganda, e o receio com a vida pós-acadêmica é comum a todos. Jéssica Brandão, da Publicidade e Propaganda, reclama que os estudantes saem da universidade com pouca experiência prática, e isso reduz suas chances de conseguir um espaço ao concorrer com pessoas que já estão atuando na área. “Quando terminar a faculdade terei que competir com publicitários experientes, enquanto minha bagagem é apenas teórica”, reclama.
Já o aluno de jornalismo, João Paulo Moynier, está em uma situação diferente da maioria, o problema que ele enfrenta é o de conciliar os estudos com a rotina de cinegrafista. Com anos de experiência prática ele ingressou na faculdade para aprimorar seus conhecimentos teóricos e ser mais valorizado em sua profissão. “Acredito que tudo é mais fácil para mim, que já atuo na área”, comenta.
Inimiga da perfeição
A maioria dos alunos não tem a mesma sorte de João Paulo, mas não precisam se desesperar quanto a isso. É o que diz a coordenadora do curso de Jornalismo Sabrina Moreira. Para ela, o estudante tem que se preocupar em acumular conhecimento, sem ter pressa. “Não adianta correr para estagiar sem ter o conhecimento teórico necessário, nesse ponto inicial, conhecimento é melhor que prática”.
Para os alunos desse curso, não resta outra opção além de seguir o conselho da coordenadora, pois só podem procurar um estágio a partir do sexto período de estudos. Sabrina conta que somente no sexto período o aluno terá adquirido conhecimentos básicos para desenvolver a atividade prática, antes disso, não estão em condições de ser um bom profissional.
A secretária geral da Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ), Maria José Braga, explica que essa decisão foi tomada juntamente com as Instituições de Ensino Superior e aprovada no Congresso Nacional dos Jornalistas, faz parte do Programa Permanente Pela Qualidade do Ensino dos Jornalistas. “O estágio é só uma etapa complementar. Essa exigência não tem haver com o mercado, mas sim em manter um bom ensino, se o aluno faz o estágio antes de estar preparado, poderá ter um aproveitamento inferior”.
A maioria dos alunos não tem a mesma sorte de João Paulo, mas não precisam se desesperar quanto a isso. É o que diz a coordenadora do curso de Jornalismo Sabrina Moreira. Para ela, o estudante tem que se preocupar em acumular conhecimento, sem ter pressa. “Não adianta correr para estagiar sem ter o conhecimento teórico necessário, nesse ponto inicial, conhecimento é melhor que prática”.
Para os alunos desse curso, não resta outra opção além de seguir o conselho da coordenadora, pois só podem procurar um estágio a partir do sexto período de estudos. Sabrina conta que somente no sexto período o aluno terá adquirido conhecimentos básicos para desenvolver a atividade prática, antes disso, não estão em condições de ser um bom profissional.
A secretária geral da Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ), Maria José Braga, explica que essa decisão foi tomada juntamente com as Instituições de Ensino Superior e aprovada no Congresso Nacional dos Jornalistas, faz parte do Programa Permanente Pela Qualidade do Ensino dos Jornalistas. “O estágio é só uma etapa complementar. Essa exigência não tem haver com o mercado, mas sim em manter um bom ensino, se o aluno faz o estágio antes de estar preparado, poderá ter um aproveitamento inferior”.
Início precoce
Diferente do curso de Jornalismo, os alunos de Direito podem buscar um estágio bem antes. “Quando entrei na faculdade fui orientada por meus professores a procurar um estágio”, diz a aluna Letícia Pereira que está no terceiro período e é estagiária em um escritório de advocacia. “Não foi difícil conseguir, vagas tem muitas nessa área, mas todas com processo seletivo para entrar”. A estudante garante que está aprendendo muito e o trabalho complementa a faculdade, a única reclamação é por não ser remunerado. “Muitos estágios não são remunerados, mas isso não me desanima, encaro como um emprego”, comenta.
Letícia está agindo de forma correta, segundo a avaliação do coordenador de estágio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Marcelo de Souza. Ele explica que o estagiário precisa ter um comportamento diferente dos demais funcionários, com atitude e buscar soluções para os problemas da empresa. “É importante encarar o estágio como um preparo para o mercado. Os alunos têm a vantagem de estar na academia e ter profissionais à disposição para ensinar. Fazendo assim as chances de serem efetivados são grandes”, garante.
Diferente do curso de Jornalismo, os alunos de Direito podem buscar um estágio bem antes. “Quando entrei na faculdade fui orientada por meus professores a procurar um estágio”, diz a aluna Letícia Pereira que está no terceiro período e é estagiária em um escritório de advocacia. “Não foi difícil conseguir, vagas tem muitas nessa área, mas todas com processo seletivo para entrar”. A estudante garante que está aprendendo muito e o trabalho complementa a faculdade, a única reclamação é por não ser remunerado. “Muitos estágios não são remunerados, mas isso não me desanima, encaro como um emprego”, comenta.
Letícia está agindo de forma correta, segundo a avaliação do coordenador de estágio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Marcelo de Souza. Ele explica que o estagiário precisa ter um comportamento diferente dos demais funcionários, com atitude e buscar soluções para os problemas da empresa. “É importante encarar o estágio como um preparo para o mercado. Os alunos têm a vantagem de estar na academia e ter profissionais à disposição para ensinar. Fazendo assim as chances de serem efetivados são grandes”, garante.
Oportunidades
Marcelo conta que para conseguir um estágio por meio do IEL é necessário se cadastrar no Site do Estágio (www.sitedoestagio.com.br) e preencher os dados. De forma on line, as vagas disponíveis são cruzadas com o perfil do aluno que visualizará as oportunidades, ou a própria empresa poderá buscar nesse sistema o nome do candidato. O segundo passo é a entrevista na empresa, onde será decisivo para a contratação. Mas só podem participar desse processo os alunos que possuem no mínimo 16 anos, com matricula regular em uma Instituição e que tenha a autorização desta para fazer o estágio.
O sistema on line de seleção do IEL foi desenvolvido há dois anos para diminuir custos com transporte e facilitar o acesso dos alunos. O coordenador conta que o Instituto chega a oferecer por mês 1.500 vagas só em Goiás e a cada dois anos são feitas pesquisas para saber quantos estágios foram efetivados. Na última pesquisa, realizada em 2009, cerca de 81% dos estagiários continuavam trabalhando na mesma área, seja na empresa que estagiava, no seu próprio negócio ou contratados por outra.
Jorge Lima é responsável por contratar os estagiários do setor de comunicação de uma empresa. Ele diz que a procura é grande, mas só pode aceitar para o cargo os alunos que cumprem as exigências das Instituições. “O candidato tem que estar apto a exercer o estágio sendo aprovado pela Faculdade”. Ele acredita que só a Instituição sabe quando o aluno pode trabalhar na área, mas que muitas vezes mesmo sendo liberado pela faculdade o aluno não preenche o perfil necessário. “Já tive a experiência de contratar um estagiário que não levou o serviço a serio, não cumpria os horários determinados e não exercia corretamente a sua função. Acabei optando por dispensá-lo”.
Jorge conta que antes de contratar ele sempre avalia se os candidatos são comunicativos, sabem se expressar, possuem uma boa redação e tem um projeto de vida, como se formar e trabalhar para construir seus sonhos. Para ele, se a pessoa tem esse objetivo se torna mais compromissada com o trabalho.
Marcelo conta que para conseguir um estágio por meio do IEL é necessário se cadastrar no Site do Estágio (www.sitedoestagio.com.br) e preencher os dados. De forma on line, as vagas disponíveis são cruzadas com o perfil do aluno que visualizará as oportunidades, ou a própria empresa poderá buscar nesse sistema o nome do candidato. O segundo passo é a entrevista na empresa, onde será decisivo para a contratação. Mas só podem participar desse processo os alunos que possuem no mínimo 16 anos, com matricula regular em uma Instituição e que tenha a autorização desta para fazer o estágio.
O sistema on line de seleção do IEL foi desenvolvido há dois anos para diminuir custos com transporte e facilitar o acesso dos alunos. O coordenador conta que o Instituto chega a oferecer por mês 1.500 vagas só em Goiás e a cada dois anos são feitas pesquisas para saber quantos estágios foram efetivados. Na última pesquisa, realizada em 2009, cerca de 81% dos estagiários continuavam trabalhando na mesma área, seja na empresa que estagiava, no seu próprio negócio ou contratados por outra.
Jorge Lima é responsável por contratar os estagiários do setor de comunicação de uma empresa. Ele diz que a procura é grande, mas só pode aceitar para o cargo os alunos que cumprem as exigências das Instituições. “O candidato tem que estar apto a exercer o estágio sendo aprovado pela Faculdade”. Ele acredita que só a Instituição sabe quando o aluno pode trabalhar na área, mas que muitas vezes mesmo sendo liberado pela faculdade o aluno não preenche o perfil necessário. “Já tive a experiência de contratar um estagiário que não levou o serviço a serio, não cumpria os horários determinados e não exercia corretamente a sua função. Acabei optando por dispensá-lo”.
Jorge conta que antes de contratar ele sempre avalia se os candidatos são comunicativos, sabem se expressar, possuem uma boa redação e tem um projeto de vida, como se formar e trabalhar para construir seus sonhos. Para ele, se a pessoa tem esse objetivo se torna mais compromissada com o trabalho.
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